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Bem vindo ao “Inovação, Empreendedorismo, Software e Propriedade Intelectual: Modelos e Desafios”

maio 19, 2012

Este blog é uma iniciativa do nó TIC (Tecnologias da Informação e Comunicação) do Núcleo de Inovação Tecnológica – NIT/UFBA. Tem dois objetivos principais: (i) discutir os benefícios e malefícios dos vários modelos de propriedade intelectual para software e (ii) divulgar a cultura de inovação e empreendedorismo na área de TIC.

(i) Propriedade Intelectual do Software.

Devido às peculiaridades de desenvolvimento de software, que muitas vezes incorporam resultados científicos amplamente divulgados em revistas, conferências e mesmo na Internet, muito se tem discutido acerca da in(adequação) de modelos convencionais utilizados em outras áreas (como patentes para processos industriais, por exemplo). Sendo o modelo de software livre uma excelente alternativa em muitas situações, sabe-se, por outro lado, que o Brasil tem grande saldo negativo no pagamento de licenças e ‘roialdes‘ de software. Nesse contexto, outros modelos, como registros no INPI e patentes, poderiam resultar em melhor benefício social, e para a UFBA em particular. Sem partir de qualquer pré-concepção sobre tais modelos, nosso objetivo é o de alimentar esse debate – que servirá de balizamento para a postura a ser adotada pelo NÓ TIC do NIT/UFBA-, ajudando os membros da UFBA (professores, estudantes e funcionários) a encontrarem aqui informações valiosas para adotarem os modelos que melhor protejam os interesses sociais e da universidade e inventores em particular.

(ii) Inovação e empreendedorismo

A inovação e empreendedorismo são os meios eficazes de transformar conhecimento gerado na Universidade em benefícios sociais, especialmente na área de TIC. Uma forma de se atingir tais objetivos é através da criação de empresas que nascem de invenções realizadas na UFBA, chamadas startups, gerando dinamismo na economia local e nacional. Através de startups, muitos polos tecnológicos têm se organizados no mundo e no Brasil, onde se reúnem diversas atividades de pesquisa e desenvolvimento, em institutos e centros de pesquisa, empresas e universidades, que facilitam os contatos pessoais e institucionais, produzindo uma economia de aglomeração do desenvolvimento tecnológico. Esses pólos tecnológicos (ou tecnopolos) de hoje representam o que eram as grandes regiões industriais na primeira revolução industrial, sendo grandes impulsionadores das economias onde se instalam.

Sejam bem-vindos

Raimundo Macêdo
Prof. Titular, DCC/IM UFBA
Coordenador do NÓ TIC do NIT/UFBA

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